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Livreto Celebrativo | Posse do XV Arcebispo Metropolitano da Bahia

 


                 SANTA MISSA COM RITO DE POSSE CANÔNICA 

                            IV ARCEBISPO METROPOLITANO

             LOCAL: CATEDRAL DO SANTÍSSIMO SALVADOR.

          PRESIDE A SANTA MISSA: 
       DOM FELIPE FERREIRA

    23 de outubro de 202 
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TOMADA DE POSSE 
DO ARCEBISPO METROPOLITANO
RECEPÇÃO NA PORTA DA IGREJA

RECEPÇÃO
O Arcebispo, de veste coral, é recebido à porta da igreja catedral pelo reitor da igreja, revestido de pluvial. Este apresenta-lhe o Crucifixo a beijar, e a seguir o aspersório da água benta, com o qual o Arcebispo se asperge a si mesmo e aos presentes.

ENTRADA
O Arcebispo adentra na igreja, enquanto canta-se um cântico apropriado.

ADORAÇÃO AO SANTÍSSIMO

Depois, convém que o Arcebispo seja conduzido à capela do Santíssimo Sacramento, que adora, de joelhos, por alguns momentos. 
PARAMENTAÇÃO

Em seguida, dirige-se para a sacristia, onde o mesmo Arcebispo, o Bispo Legado e sacerdotes concelebrantes, diáconos e restantes ministros se paramentam para a Missa, que será celebrada segundo o rito estacional.

PROFISSÃO DE FÉ E JURAMENTO DE FIDELIDADE
Seguindo o mandato do Santo Padre, o Arcebispo eleito na sacristia, prossegue:

Eu, Miguel Bordin,
creio firmemente e professo todas e cada uma das verdades contidas no Símbolo da Fé, a saber:
Creio em um só Deus, Pai Todo-Poderoso, criador do céu e da terra,  de todas as coisas visíveis e invisíveis. Creio em um só Senhor, Jesus Cristo, Filho Unigênito de Deus, nascido do Pai antes de todos os séculos: Deus de Deus, luz da luz,  Deus verdadeiro de Deus verdadeiro,  gerado, não criado, consubstancial ao Pai.  Por ele todas as coisas foram feitas.  E por nós, homens, e para nossa salvação, desceu dos céus: e se encarnou pelo Espírito Santo,  no seio da Virgem Maria, e se fez homem.
Também por nós foi crucificado sob Pôncio Pilatos; padeceu e foi sepultado.  Ressuscitou ao terceiro dia,  conforme as Escrituras,  e subiu aos céus,  onde está sentado à direita do Pai. E de novo há de vir,  em sua glória, para julgar os vivos e os mortos;  e o seu reino não terá fim.  Creio no Espírito Santo, Senhor que dá a vida, e procede do Pai e do Filho;  e com o Pai e o Filho é adorado e glorificado: ele que falou pelos profetas. Creio na Igreja, una, santa, católica e apostólica. Professo um só batismo para remissão dos pecados. E espero a ressurreição dos mortos  e a vida do mundo que há de vir. Amém.
Com firme fé também creio tudo o que na palavra de Deus escrita ou transmitida se contém e que é proposto como divinamente revelada e de fé pela Igreja, quer em solene definição, quer pelo magistério ordinário e universal.
Firmemente também acolho e guardo todas e cada uma das afirmações que são propostas definitivamente pela mesma Igreja, a respeito da doutrina sobre a fé e os costumes.
Enfim presto minha adesão com religioso acatamento de vontade e inteligência as doutrinas enunciadas, quer pelo Romano Pontífice, quer pela Conferencia dos Bispos, ao exercer o Magistério autêntico, ainda que não sejam proclamadas por ato definitivo.

O novo ARCEBISPO impondo sua mão direita sobre o evangeliário, diz:

Eu, Dom Miguel Bordin, ao assumir o Ofício de Arcebispo Metropolitano da Arquidiocese da Bahia, prometo conservar sempre a comunhão com a Igreja Católica, tanto em palavras por mim proferidas quanto em meu procedimento. Com grande diligência e fidelidade, desempenharei o ministério episcopal que me foi confiado em função da Igreja, tanto universal quanto particular, na qual, conforme as normas do direito, sou chamado a exercer meu ofício. Guardarei íntegro o depósito da fé, transmitindo e explicando-o fielmente; evitarei, portanto, qualquer doutrina que a ele seja contrária. Hei de promover a disciplina comum de toda a Igreja, zelando pela observância de todas as leis eclesiásticas, sobretudo as contidas no Código de Direito Canônico. Com cristã obediência seguirei o que declaram os sagrados pastores, como autênticos doutores e mestres da fé, e o que estabelecem como orientadores da Igreja. Prestar-lhes-ei fiel auxílio para que a ação apostólica, a ser exercida em nome e por mandato da Igreja, se realize em comunhão com a mesma Igreja. Assim Deus me ajude e os Santos Evangelhos que toco com minhas mãos.


SANTA MISSA 
 
RITOS INICIAIS
CANTO DE ENTRADA
 
Reunido o povo, o sacerdote dirige-se com os ministros ao altar, enquanto se executa o canto de entrada.
O Bispo legado e os demais ministros fazem a inclinação ao altar. Em seguida, o Arcebispo e demais concelebrantes beijam o altar em sinal de veneração  e o Bispo legado incensa a cruz e o altar. Terminada a incensação, o Bispo legado dirige-se para a cátedra. 

SAUDAÇÃO

Terminado o canto de entrada, o sacerdote e os fiéis, todos de pé, fazem o sinal da cruz, enquanto o sacerdote, voltado para o povo, diz:
Bispo: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
℟.: Amém.

Em seguida, o sacerdote, abrindo os braços, saúda o povo:
Bispo: A paz esteja convosco.
℟.: Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.

O Bispo senta-se e recebe a mitra.

LEITURA DA BULA DE NOMEAÇÃO

Um dos diáconos ou um dos presbíteros concelebrantes apresenta as Letras Apostólicas ao Colégio dos Consultores na presença do Chanceler da Cúria.

A seguir, do ambão, lê ao povo as referidas Letras Apostólicas, que todos escutam sentados. 

 
BENEDICTUS EPISCOPUS
SERVUS SERVORUM DEI

 A todos aqueles que tomarem conhecimento desta, especialmente o venerável filho,  Miguel Bordin, até aqui Bispo de Coxipó, eleito Arcebispo Metropolitano da Bahia, saúde e bênção apostólica.

Da Cátedra de Pedro, no pleno uso de nossa suprema autoridade apostólica e no direito indelével de resguardar as ovelhas presentes no aprisco do Senhor, somos imbuídos, por graça da Divina Providência, de prover novos pastores para o serviço do povo de Deus. Deste modo, atentos as reais necessidades apresentadas na Arquidiocese da Bahia devido a transferência de nosso irmão o Mons. Felipe Ferreira, para bispo auxiliar da Arquidiocese do Ceará, observando o teu zelo e piedade pastoral para com o clero e pelos fiéis leigos da Igreja Diocesana de Coxipó, fostes visto com os dotes necessários para assumir tal encargo.

Portanto, obtendo da Congregação para os Bispos o parecer favorável da sua nomeação, no uso das chaves apostólicas, TE NOMEAMOS Arcebispo Primaz da Arquidiocese da Bahia, com todos os direitos e deveres anexos a tal ofício. Também determinamos que o quanto antes, tomes posses deste oficio que a ti foi confiado, e que estas letras sejam ouvidas e tornadas públicas em todo o território soteropolitano, a fim de que todo o povo tome conhecimento desta nomeação. 

Finalmente, venerável filho, rogamos a São Francisco Xavier, padroeiro dessa circunscrição, para que rogue pelo seu pastoreio que seja realizado com diligência pastoral e assistência ao clero disposto a ti pelos órgãos desta Sé Apostólica.

Dado e passado em Roma, junto a São Pedro, no dia quinze do mês de Outubro de dois mil e vinte e seis, segundo de Nosso Pontificado



BENEDICTUS PP. VIII

No fim, todos aclamam: 
℟.: Graças a Deus.

Feito isto, o Arcebispo senta-se na cátedra e, a partir deste momento, preside a Santa Missa, enquanto isso, canta-se.
 
POSSE DA CÁTEDRA

Em seguida, o eleito recebe o báculo do bispo delegado e toma posse da cátedra de onde governará vosso rebanho.
SAUDAÇÃO AO BISPO

Em seguida, de acordo com os costumes locais, o clero, e alguns fiéis e, se for oportuno, a autoridade civil porventura presente, aproximam-se do seu Arcebispo, para lhe manifestarem obediência e respeito.

HINO DE LOUVOR
 
Canta-se ou recita-se em seguida o hino:
Glória a Deus nas alturas, e paz na terra aos homens por ele amados. Senhor Deus, rei dos céus, Deus Pai todo-poderoso: nós vos louvamos, nós vos bendizemos, nós vos adoramos, nós vos glorificamos, nós vos damos graças por vossa imensa glória. Senhor Jesus Cristo, Filho Unigênito, Senhor Deus, Cordeiro de Deus, Filho de Deus Pai. Vós que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós. Vós que tirais o pecado do mundo, acolhei a nossa súplica. Vós que estais à direita do Pai, tende piedade de nós. Só Vós sois o Santo, só vós, o Senhor, só vós, o Altíssimo, Jesus Cristo, com o Espírito Santo, na glória de Deus Pai. Amém.

ORAÇÃO COLETA

Terminado o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:
Arcebispo:
Oremos.
E todos oram com o sacerdote, por algum tempo, em silêncio. Então o sacerdote, de braços abertos, profere a oração coleta.
Deus eterno e todo-poderoso, tornai-nos dispostos a obedecer sempre à vossa vontade e a vos servir de coração sincero. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.
℟.: Amém.

LITURGIA DA PALAVRA

PRIMEIRA LEITURA

Leitor: Leitura da Carta de São Paulo aos Efésios 4,1-6

Irmãos, eu, prisioneiro no Senhor, vos exorto a caminhardes de acordo com a vocação que recebestes: Com toda a humildade e mansidão, suportai-vos uns aos outros com paciência, no amor. Aplicai-vos a guardar a unidade do espírito pelo vínculo da paz. Há um só Corpo e um só Espírito, como também é uma só a esperança à qual fostes chamados. Há um só Senhor, uma só fé, um só batismo, um só Deus e Pai de todos, que reina sobre todos, age por meio de todos e permanece em todos.
Leitor: Palavra do Senhor.
℟.: Graças a Deus.

SALMO RESPONSORIAL
(Sl 23(24),1-2.3-4ab.5-6 (R. cf. 6))


R. É assim a geração dos que buscam vossa face,
    ó Senhor, Deus de Israel.

Ao Senhor pertence a terra e o que ela encerra,*
o mundo inteiro com os seres que o povoam;
porque ele a tornou firme sobre os mares,*
e sobre as águas a mantém inabalável. R.

"Quem subirá até o monte do Senhor,*
quem ficará em sua santa habitação?"
"Quem tem mãos puras e inocente coração,*
quem não dirige sua mente para o crime. R.

Sobre este desce a bênção do Senhor*
e a recompensa de seu Deus e Salvador".
"É assim a geração dos que o procuram,*
e do Deus de Israel buscam a face". R.

ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA!
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA!

TOMAI SOBRE VÓS O MEU JUGO E DE MIM APRENDEI,
QUE SOU DE MANSO E HUMILDE CORAÇÃO.
   
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA!
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA!

Ou, para recitação:
℟.: Aleluia, Aleluia, Aleluia.

℣.: Tomai meu jugo sobre vós e aprendei de mim, que sou de coração humilde e manso!

Enquanto isso, o sacerdote, quando se usa incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono, que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se profundamente diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:
℣.: Dá-me a tua bênção.
O sacerdote diz em voz baixa:
Pres.: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo.
O diácono faz o sinal da cruz e responde:
℣.: Amém.

Se não houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, reza em silêncio.

EVANGELHO
(Lc 12,54-59)

O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e velas, e diz:
℣.:
O Senhor esteja convosco.
℟.: Ele está no meio de nós.

O diácono ou o sacerdote diz:
℣.: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Lucas.
e, enquanto isso, faz o sinal da cruz sobre o livro e, depois, sobre si mesmo, na fronte, na boca e no peito.
℟.: Glória a vós, Senhor.

Então o diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.
℣.:
Naquele tempo, Jesus dizia às multidões: "Quando vedes uma nuvem vinda do ocidente, logo dizeis que vem chuva. E assim acontece. Quando sentis soprar o vento do sul, logo dizeis que vai fazer calor. E assim acontece. Hipócritas! Vós sabeis interpretar o aspecto da terra e do céu. Como é que não sabeis interpretar o tempo presente? Por que não julgais por vós mesmos o que é justo? Quando, pois, tu vais com o teu adversário apresentar-te diante do magistrado, procura resolver o caso com ele enquanto estais a caminho. Senão ele te levará ao juiz, o juiz te entregará ao guarda, e o guarda te jogará na cadeia. Eu te digo: daí tu não sairás, enquanto não pagares o último centavo".
℣.: Palavra da Salvação.
℟.: Glória a vós, Senhor.

Depois beija o livro, dizendo em silêncio a oração.

HOMILIA

Em seguida, faz-se a homilia, que compete ao sacerdote ou diácono; ela é obrigatória em todos domingos e festas de preceito e recomendada também nos outros dias.

PROFISSÃO DE FÉ
(Símbolo Apostólico)

Diz-se a Profissão de fé.

Bispo: Professemos a nossa fé.
℟.: Creio em Deus Pai todo-poderoso, criador do céu e da terra. E em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor, 
que foi concebido pelo poder do Espírito Santo; nasceu da virgem Maria; padeceu sob Pôncio Pilatos, foi crucificado, morto e sepultado. Desceu à mansão dos mortos; ressuscitou ao terceiro dia, subiu aos céus; está sentado à direita de Deus Pai todo-poderoso, donde há de vir a julgar os vivos e os mortos. Creio no Espírito Santo; na Santa Igreja católica; na comunhão dos santos; na remissão dos pecados; na ressurreição da carne; na vida eterna. 
℟.: Amém.

 OFERTÓRIO

Inicia-se o canto da preparação das oferendas, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice, a pala e o Missal.

E, se for oportuno, incensa as oferendas, a cruz e o altar. Depois, o diácono ou outro ministro incensa o sacerdote e o povo.

CONVITE À ORAÇÃO

Estando, depois, no meio do altar e voltado para o povo, o sacerdote estende e une as mãos e diz:
Pres.: Orai, irmãos e irmãs, para que o sacrifício da Igreja, nesta pausa restauradora na caminhada rumo ao céu, seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
℟.: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a sua santa Igreja.

ORAÇÃO SOBRE AS OFERENDAS

Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote profere a oração sobre as oferendas:
Pres.: Concedei-nos, Senhor, nós vos pedimos, que possamos, com liberdade de coração, servir ao vosso altar para que vossa graça nos purifique e nos renovem estes mistérios que celebramos em vossa honra. Por Cristo, nosso Senhor.
℟.: Amém.

PREFÁCIO

Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz ou canta:
℣.: O Senhor esteja convosco.
℟.: Ele está no meio de nós.
Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:
℣.: Corações ao alto.
℟.: O nosso coração está em Deus.
O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
℣.: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
℟.: É nosso dever e nossa salvação.

O sacerdote, de braços abertos, reza ou canta o Prefácio.
Pres.: Na verdade, é digno e justo, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo lugar, Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso, por Cristo, Senhor nosso. Nele quisestes renovar todas as coisas, e a nós destes participar da sua plenitude. Sendo de condição divina, despojou-se da sua glória e, pelo sangue derramado na cruz, trouxe a paz ao mundo inteiro; exaltado acima de todas as criaturas, tornou-se a fonte da salvação eterna para aqueles que lhe obedecem. Por isso, com os Anjos e Arcanjos, os Tronos e as Dominações e todos os coros celestes,
entoamos o hino da vossa glória, cantando (dizendo) a uma só voz:
Santo, Santo, Santo,
Senhor, Deus do universo!
O céu e a terra proclamam a vossa glória.
Hosana nas alturas!
Bendito o que vem em nome do Senhor!
Hosana nas alturas!

ORAÇÃO EUCARÍSTICA  III

O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Na verdade, vós sois Santo, ó Deus do universo, e tudo o que criastes proclama o vosso louvor, porque, por Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso, e pela força do Espírito Santo, dais vida e santidade a todas as coisas e não cessais de reunir para vós um povo que vos ofereça em toda parte, do nascer ao pôr do sol, um sacrifício perfeito.
Une as mãos e, estendendo-as sobre as oferendas, diz:
Por isso, ó Pai, nós vos suplicamos: santificai pelo Espírito Santo as oferendas que vos apresentamos para serem consagradas.
une as mãos e traça o sinal da cruz, ao mesmo tempo sobre o pão e o cálice, dizendo:
a fim de que se tornem para nós o Corpo e ✠ o Sangue de nosso Senhor Jesus Cristo, 
une as mãos
que nos mandou celebrar estes mistérios.
℟.: Enviai o vosso Espírito Santo!

Pres.: Na noite em que ia ser entregue, 
toma o pão e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
Jesus tomou o pão, pronunciou a bênção de ação de graças, partiu e o deu a seus discípulos, dizendo:
inclina-se levemente
TOMAI, TODOS, E COMEI: ISTO É O MEU CORPO, QUE SERÁ ENTREGUE POR VÓS.
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena e genuflete em adoração.

Do mesmo modo, no fim da ceia, 
toma o cálice nas mãos e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
ele tomou o cálice em suas mãos e, dando graças novamente, o entregou a seus discípulos, dizendo:
inclina-se levemente
TOMAI, TODOS, E BEBEI: ESTE É O CÁLICE DO MEU SANGUE, O SANGUE DA NOVA E ETERNA ALIANÇA, QUE SERÁ DERRAMADO POR VÓS E POR TODOS PARA REMISSÃO DOS PECADOS. FAZEI ISTO EM MEMÓRIA DE MIM.
Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e genuflete em adoração.

Pres.: Mistério da fé para a salvação do mundo!
℟.: Salvador do mundo, salvai-nos, vós que nos libertastes pela cruz e ressurreição.

O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Celebrando agora, ó Pai, o memorial da paixão redentora do vosso Filho, da sua gloriosa ressurreição e ascensão ao céu, e enquanto esperamos sua nova vinda, nós vos oferecemos em ação de graças este sacrifício vivo e santo.
℟.: Aceitai, ó Senhor, a nossa oferta!

Pres.: Olhai com bondade a oblação da vossa Igreja e reconhecei nela o sacrifício que nos reconciliou convosco; concedei que, alimentando-nos com o Corpo e o Sangue do vosso Filho, repletos do Espírito Santo, nos tornemos em Cristo um só corpo e um só espírito.
℟.: O Espírito nos una num só corpo!

1C: Que o mesmo Espírito faça de nós uma eterna oferenda para alcançarmos a herança com os vossos eleitos: a santíssima Virgem Maria, Mãe de Deus, São José, seu esposo, os vossos santos Apóstolos e gloriosos Mártires, (São João de Capristano) e todos os Santos, que não cessam de interceder por nós na vossa presença.
℟.: Fazei de nós uma perfeita oferenda!

2C: Nós vos suplicamos, Senhor, que este sacrifício da nossa reconciliação 
estenda a paz e a salvação ao mundo inteiro. Confirmai na fé e na caridade a vossa Igreja que caminha neste mundo com o vosso servo o Papa Bento e o nosso (Arce)bispo Miguel Bordin *, com os bispos do mundo inteiro, os presbíteros e diáconos, os outros ministros e o povo por vós redimido.
(*) Aqui pode-se fazer menção dos Bispos Coadjutores ou Auxiliares, conforme vem indicado na Instrução Geral sobre o Missal Romano, n. 149.

★Atendei propício às preces desta família, que reunistes em vossa presença. Reconduzi a vós, Pai de misericórdia, todos os vossos filhos e filhas dispersos pelo mundo inteiro.
℟.: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja!

3C: Acolhei com bondade no vosso reino os nossos irmãos e irmãs que partiram desta vida e todos os que morreram na vossa amizade. Unidos a eles, esperamos também nós saciar-nos eternamente da vossa glória,
une as mãos
por Cristo, Senhor nosso. Por ele dais ao mundo todo bem e toda graça.

Ergue a patena com a hóstia e o cálice, dizendo:
Pres.: Por Cristo, com Cristo, e em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda honra e toda glória, por todos os séculos dos séculos.
℟.: Amém.

RITO DA COMUNHÃO

Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz, de mãos unidas:
Pres.: Guiados pelo Espírito de Jesus e iluminados pela sabedoria
do Evangelho, ousamos dizer:

O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos dai hoje; perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido; e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.

O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres.: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto aguardamos a feliz esperança e a vinda do nosso Salvador, Jesus Cristo.
O sacerdote une as mãos.
Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!

O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós, que sois Deus com o Pai e o Espírito Santo.
O povo responde:
Amém.

O sacerdote, voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres.: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
℟.: O amor de Cristo nos uniu.

FRAÇÃO DO PÃO

Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio

Cordeiro...

Em seguida, o sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio

O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia na mão e, elevando-a um pouco sobre a patena ou sobre o cálice, diz em voz alta, voltado para o povo:
Pres.: Eu sou o Pão vivo, que desceu do céu: se alguém come deste Pão, viverá eternamente.
E acrescenta, com o povo, uma só vez:
Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.



COMUNHÃO
Inicia-se então o canto da comunhão, logo após terminar a comunhão inicia o canto pós-comunhão:


ORAÇÃO PÓS COMUNHÃO

Em seguida, junto ao altar ou à cadeira, o sacerdote, de pé, voltado para o povo, diz de mãos unidas:
Pres.: Oremos.
Em seguida, o sacerdote, de braços abertos, profere a oração Depois da comunhão.
Senhor, alimentados com vossos dons sagrados,
nós vos pedimos humildemente
que, ao prestar-vos o devido culto na festa de São Lourenço,
sintamos crescer em nós os frutos da vossa salvação.
Por Cristo, nosso Senhor.
Ao terminar, o povo aclama:
℟.: Amém.

LEITURA DA ATA DA POSSE

Após a Oração depois da comunhão, o Chanceler do Arcebispado, ou um outro presbítero designado, lê a Ata da Posse.
Ao vigésimo terceiro (23°) dia do mês de outubro do ano Senhor de dois mil e vinte e seis, na Catedral Metropolitana do Santíssimo Salvador, situada na Arquidiocese da Bahia, realizou-se a Solene Concelebração Eucarística de Posse Canônica do Excelentíssimo e Reverendíssimo Dom Miguel Bordin como XV Arcebispo Metropolitano desta Sé Arquiepiscopal da Bahia, nomeado pelo Santo Padre, o Papa Bento VIII, conforme Decreto Apostólico datado de 15 de outubro de 2026.

A cerimônia contou com a presença do Senhor Núncio Apostólico para o Brasil, Sua Excelência Dom Luis Fernando, que foi o bispo empossante, além de outros bispos, membros do clero Arquidiocesano, seminaristas , visitantes ilustres e uma expressiva participação dos fiéis.

O rito teve início às vinte horas, no horário de Brasília, com a caminhada cívica saindo Aeroporto, que ao chegar na Catedral, houve a entrada solene do novo Arcebispo, acompanhado por Dom Luis Fernando, Bispo empossante. Dom Miguel foi recebido de forma solene pelo clero da Sé Episcopal da Bahia e adentrou a igreja-catedral aspergindo o povo com água benta, em sinal de bênção e renovação.

A Solene Concelebração Eucarística iniciou-se com a saudação litúrgica e foi seguida pela apresentação e leitura da Bula de Nomeação, que oficializou a designação de Dom Miguel Bordin como Arcebispo Metropolitano da Bahia e Primaz do Brasil. Em seguida, ele foi conduzido à Cátedra Episcopal, símbolo de sua autoridade como pastor e mestre da fé, sendo entronizado de forma oficial.

Após a entronização, Dom Miguel foi saudado pelos bispos presentes, pelo clero Arquidiocesano e pelos fiéis reunidos, marcando o início de seu pastoreio.

A Santa Missa seguiu com Dom Miguel presidindo a Santíssima Eucaristia. Durante a celebração, ele proferiu sua primeira homilia como pastor da Arquidiocese da BAHIA, destacando sua gratidão ao povo de Deus e o compromisso com a missão evangelizadora.

Ao término da celebração, após a oração final, foram realizadas as saudações oficiais de boas-vindas por representantes do clero, das autoridades presentes e da comunidade fiel.

A cerimônia foi encerrada com a bênção solene dada por Dom Miguel Bordin, que dirigiu palavras de profunda gratidão a todos os presentes e ao Senhor pela missão a ele confiada.

Nada mais havendo, a presente ata foi redigida para registro, sendo assinada por mim, pelo Excelentíssimo e Reverendíssimo Arcebispo Metropolitano e pelos demais presentes, para que produza seus efeitos e seja devidamente arquivada nos registros oficiais da Arquidiocese da Bahia.

Bahia, 23 de outubro de 2026

AVISOS E AGRADECIMENTOS 


BÊNÇÃO FINAL

Se for necessário, façam-se breves comunicações ao povo.

Em seguida, faz-se a despedida. O sacerdote, voltado para o povo, abre os braços e diz:
Pres.: O Senhor esteja convosco.
℟.:  Ele está no meio de nós.

O sacerdote estende as mãos sobre o povo, dizendo:
Pres.: Bendito seja o nome do Senhor.
℟.: Agora e para sempre.
Pres.: Nossa proteção está no nome do Senhor.
℟.: Que fez o céu e a terra

Então o celebrante recebe o báculo, se o utilizar, e diz:
Pres.: Abençoe-vos Deus todo-poderoso,
e fazendo três vezes o sinal da cruz sobre o povo, acrescenta:
Pai ✠ e Filho ✠ e Espírito ✠ Santo.
℟.: Amém.

Depois, o diácono ou o próprio sacerdote diz ao povo, unindo as mãos:
℣.: Ide em paz, e glorificai o Senhor com vossa vida.
℟.: Graças a Deus.


Então o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita com os ministros a devida reverência, retira-se.

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