SANTA MISSA COM RITO DE POSSE CANÔNICA
IV ARCEBISPO METROPOLITANO
Eu, Miguel Bordin, creio firmemente e professo todas e cada uma das verdades contidas no Símbolo da Fé, a saber:
Também por nós foi crucificado sob Pôncio Pilatos; padeceu e foi sepultado. Ressuscitou ao terceiro dia, conforme as Escrituras, e subiu aos céus, onde está sentado à direita do Pai. E de novo há de vir, em sua glória, para julgar os vivos e os mortos; e o seu reino não terá fim. Creio no Espírito Santo, Senhor que dá a vida, e procede do Pai e do Filho; e com o Pai e o Filho é adorado e glorificado: ele que falou pelos profetas. Creio na Igreja, una, santa, católica e apostólica. Professo um só batismo para remissão dos pecados. E espero a ressurreição dos mortos e a vida do mundo que há de vir. Amém.
Com firme fé também creio tudo o que na palavra de Deus escrita ou transmitida se contém e que é proposto como divinamente revelada e de fé pela Igreja, quer em solene definição, quer pelo magistério ordinário e universal.
Firmemente também acolho e guardo todas e cada uma das afirmações que são propostas definitivamente pela mesma Igreja, a respeito da doutrina sobre a fé e os costumes.
Enfim presto minha adesão com religioso acatamento de vontade e inteligência as doutrinas enunciadas, quer pelo Romano Pontífice, quer pela Conferencia dos Bispos, ao exercer o Magistério autêntico, ainda que não sejam proclamadas por ato definitivo.
O novo ARCEBISPO impondo sua mão direita sobre o evangeliário, diz:
Eu, Dom Miguel Bordin, ao assumir o Ofício de Arcebispo Metropolitano da Arquidiocese da Bahia, prometo conservar sempre a comunhão com a Igreja Católica, tanto em palavras por mim proferidas quanto em meu procedimento. Com grande diligência e fidelidade, desempenharei o ministério episcopal que me foi confiado em função da Igreja, tanto universal quanto particular, na qual, conforme as normas do direito, sou chamado a exercer meu ofício. Guardarei íntegro o depósito da fé, transmitindo e explicando-o fielmente; evitarei, portanto, qualquer doutrina que a ele seja contrária. Hei de promover a disciplina comum de toda a Igreja, zelando pela observância de todas as leis eclesiásticas, sobretudo as contidas no Código de Direito Canônico. Com cristã obediência seguirei o que declaram os sagrados pastores, como autênticos doutores e mestres da fé, e o que estabelecem como orientadores da Igreja. Prestar-lhes-ei fiel auxílio para que a ação apostólica, a ser exercida em nome e por mandato da Igreja, se realize em comunhão com a mesma Igreja. Assim Deus me ajude e os Santos Evangelhos que toco com minhas mãos.
A todos aqueles que tomarem conhecimento desta, especialmente o venerável filho, Miguel Bordin, até aqui Bispo de Coxipó, eleito Arcebispo Metropolitano da Bahia, saúde e bênção apostólica.
Da Cátedra de Pedro, no pleno uso de nossa suprema autoridade apostólica e no direito indelével de resguardar as ovelhas presentes no aprisco do Senhor, somos imbuídos, por graça da Divina Providência, de prover novos pastores para o serviço do povo de Deus. Deste modo, atentos as reais necessidades apresentadas na Arquidiocese da Bahia devido a transferência de nosso irmão o Mons. Felipe Ferreira, para bispo auxiliar da Arquidiocese do Ceará, observando o teu zelo e piedade pastoral para com o clero e pelos fiéis leigos da Igreja Diocesana de Coxipó, fostes visto com os dotes necessários para assumir tal encargo.
Portanto, obtendo da Congregação para os Bispos o parecer favorável da sua nomeação, no uso das chaves apostólicas, TE NOMEAMOS Arcebispo Primaz da Arquidiocese da Bahia, com todos os direitos e deveres anexos a tal ofício. Também determinamos que o quanto antes, tomes posses deste oficio que a ti foi confiado, e que estas letras sejam ouvidas e tornadas públicas em todo o território soteropolitano, a fim de que todo o povo tome conhecimento desta nomeação.
Finalmente, venerável filho, rogamos a São Francisco Xavier, padroeiro dessa circunscrição, para que rogue pelo seu pastoreio que seja realizado com diligência pastoral e assistência ao clero disposto a ti pelos órgãos desta Sé Apostólica.
Dado e passado em Roma, junto a São Pedro, no dia quinze do mês de Outubro de dois mil e vinte e seis, segundo de Nosso Pontificado
Arcebispo: Oremos.
℣.: O Senhor esteja convosco.
℣.:Naquele tempo, Jesus dizia às multidões: "Quando vedes uma nuvem vinda do ocidente, logo dizeis que vem chuva. E assim acontece. Quando sentis soprar o vento do sul, logo dizeis que vai fazer calor. E assim acontece. Hipócritas! Vós sabeis interpretar o aspecto da terra e do céu. Como é que não sabeis interpretar o tempo presente? Por que não julgais por vós mesmos o que é justo? Quando, pois, tu vais com o teu adversário apresentar-te diante do magistrado, procura resolver o caso com ele enquanto estais a caminho. Senão ele te levará ao juiz, o juiz te entregará ao guarda, e o guarda te jogará na cadeia. Eu te digo: daí tu não sairás, enquanto não pagares o último centavo".
Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos dai hoje; perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido; e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.
Pres.: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto aguardamos a feliz esperança e a vinda do nosso Salvador, Jesus Cristo.
O sacerdote une as mãos.
Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!
Pres.: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós, que sois Deus com o Pai e o Espírito Santo.
O povo responde:
Amém.
Pres.: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
℟.: O amor de Cristo nos uniu.
Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio
O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia na mão e, elevando-a um pouco sobre a patena ou sobre o cálice, diz em voz alta, voltado para o povo:
E acrescenta, com o povo, uma só vez:
Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.
Em seguida, junto ao altar ou à cadeira, o sacerdote, de pé, voltado para o povo, diz de mãos unidas:
Pres.: Oremos.
Em seguida, o sacerdote, de braços abertos, profere a oração Depois da comunhão.
℟.: Amém.
Então o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita com os ministros a devida reverência, retira-se.


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